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| Imagem em 3D cedida por um amigo da China para ser usado no e-livro ALCANTIS. |
Era uma vez, quando o tempo não existia, e então, veio o
primeiro pensamento.
A era da humanidade passou desde então e ainda não se deu
conta da quantidade de esplendores tecnológicos que forjou no salto desenvolvimentista
até o início de nosso século e de seus vastos estudos bioquímicos atuais processados
no próprio âmago do planeta.
As informações científicas são muitas e revelam
excepcionais experiências para uma nova evolução da espécie humana em outro
lugar do espaço.
Parece muito natural o ingresso da humanidade neste hall
espacial, já que ela mesma chegou a comentar sobre a simulação do computador
chamado “Blender” e do “Spitzer”, o telescópio de infravermelhos da NASA, que
validaram a descoberta dos planetas Kepler 10-b, 10-c, 22-b e que os estudiosos
possuem 99,998% de certeza de que o sinal de um objeto oculto, que Kepler
detectou na luz visível, é certo.
Um novo avanço cósmico dado pela humanidade graças a
várias disciplinas das quais uma delas poderia se destacar como fato que colaborou
com estas descobertas e que se iniciou em 1913 com Vesta Melvin Slipher. Este
astrônomo encontrou em seus estudos que a maioria das galáxias se movem a
velocidades muito altas, alcançando milhões de quilômetros horários e, ele
então, deparou-se com uma questão intrigante; a de que todas elas se afastavam
da Terra. Somente uma década depois destes estudos de Slipher é que Edwim
Hubble, outro renomado cátedra, veio a confirmar este afastamento com um
telescópio mais potente em novos estudos, ratificando os pensamentos
ficcionistas de Slipher.
Então, posso perguntar, colocando uma sombra de dúvida
nestes achados, como alguém que conhece parte da vastidão do Universo, por mero
acaso, poder questionar a possibilidade de haver vida ou não em outro planeta?
A especificidade humanoide da raça, ou mesmo, a sutileza
natural da evolução de qualquer espécie de vida está intimamente ligada na
agitação constante do dia-a-dia do Universo, onde o tempo cria e consome quase
toda a energia exóspora. E, sendo assim, conhecemos o que aconteceu com a Terra
em sua evolução.
Conseguimos esclarecer que a lei de Darwin começou a se
confirmar com o ir e vir das idades glaciais, onde o alterar do tempo fez emergir
a vida no planeta sobrevivendo o mais capaz.
Primeiro apareceram os invertebrados, depois os peixes,
os anfíbios, os répteis, os pássaros e, por fim, talvez, os mamíferos.
A aparência de um panorama de outro planeta poderá ser
diferente à lógica humana onde variações vitais do corpo não ficarão apenas na mera
calmaria espiritual dos novos tempos ou de nossos experientes estudos
catedráticos. Eles podem mudar no futuro.
E se assim pensamos, podemos supor que se uma galáxia se
afasta de outra, deve existir entre elas uma fronteira neutra, como duas bolhas
de sabão unidas entre si. Um lugar onde a velocidade não existe. Um lugar
neutro, uma fenda que pode abrir o caminho para sair de uma velocidade e entrar
noutra. Se a humanidade descobrir este lugar as viagens interplanetárias
poderão acontecer e poderemos avançar ou regredir no tempo-velocidade.
“Ainda não percebeu nada?”
“É cento e sessenta milhões de quilômetros horários o
deslocamento das galáxias!”
“Um incessante matar?”
Mas, você, cedo ou tarde, irá intuir.
Vai cair.
Perceber o que se passa no planeta Terra como sendo a
mesma coisa, mas em uma escala menor.
A linha graduada da nanometria.
Vai caçar.
Isto é um fato puramente inercial que vem depois do
começo.
Se é que existe um princípio.
Algo exoterra que nasceu a vinte bilhões de anos.
Perceba que os pensamentos estão contornando alguma coisa
em uma espécie única de harmonia sintética organizada em unidades ao redor do
planeta Terra, usando uma energia indecifrável pela física contemporânea, que
ninguém conhece ainda. Mesmo que esta venha, artificialmente, tentar acompanhar
em suas coincidências dos dias da vida como o tinham os incas, não pode ser
explicado pelos componentes atuais psicológicos ou psíquicos de nossa raça
atual.
Assim, este fato de haver ou não vida, nos remete a
apenas poucas prováveis perguntas que podem ser comuns de poderem ser
formuladas por pouquíssimos grupos de cientistas extremamente isolados e que
podem perambular a sua imaginação em querer as respostas. Sem que a mente não tenha
sido corroída sobre a entusiasma do flúor ou de outro poderoso agente oxidante
que doma a maioria da população. Ou mesmo o fim do mundo apregoado por
Nostradamus.
A mais importante pergunta para mim, simples mortal comum
da sociedade humana e quem sabe da minoria das mentes científicas não
influenciáveis pelo poder, onde todos estão preocupados, tem a ver com o nosso Universo.
E somente com ele. De sua especificidade particular. Do nosso interior, quem
sabe, pode até ser. Depois, com relação às mais variadas formas de vida
existentes, encontradas em nosso planeta.
Estas duas primeiras perguntas formuladas, se assim podem
ser pensadas, nos remetem não algo corriqueiro, como o que se apresenta a você,
propondo a pensar em sua vida, seu trabalho ou seu lazer ou mesmo no que tudo
poderá mudar com a lógica do raciocínio. Mas, sim, em uma espécie de dádiva de conhecimento
que vem, seguramente, dos extraterrestres. Algo muito além de nossos
pensamentos e dos sonhos. Como um conto de fadas.
Essa dádiva não vem do Egito, da Índia, da Grécia ou do
mais longínquo canto do oriente. Toda a nossa vã filosofia pensante atual tem
origem de outro mundo. Tudo o que tange o saber em nosso passado veio de fora.
Exoterra.
Só agora, no geral, é que iniciamos a querer perceber
isso com nossas mais recentes descobertas científicas as quais nos mostram um
caminho para o passado. Um encontro com quem nos ensinou a viver aqui na Terra.
Não se pode crer que todo o nosso intelecto não se
desenvolveu sem a ajuda de algo maior, mais importante ou superior a nós,
simples mortais, que sugestionou a mente e que agora eclode como uma nova
espécie de salvação, além-planeta, nos pensamentos.
Mas, o tempo de duração da humanidade é ínfima comparada
aos bilhões de anos que ainda faltam para que a evolução da inteligência do
homem se concretize em algo avançado, muito embora ele tenha conquistas e
promessas para um futuro promissor, ele sabe reconhecer as leituras sobre a
história da vida. Onde a evolução de formas mais elevadas poderá lançar o Homo sapiens com sua sabedoria até as
estrelas que nos acenam. Tal qual a Terra tentou aqueles peixes a deixarem a
água e as relvas descampadas tentaram os macacos ancestrais a deixarem as
florestas, para dar os primeiros passos.
E já que podemos, desta forma, pensar sobre um sorriso de
lua mirando um sonho cheio de esperança, dentro das distancias largas, como o fez
o primeiro homem que nela pisou. Nada melhor do que ver com curiosidade em
nossos próprios olhos os primeiros vocábulos e frases criados pela inteligência
humana que poderão recepcionar sociedades planetárias. Vocabulário com certo
estágio o qual nos acabe levando a cruzar a fronteira do Sistema Solar nos
levando, certeiramente, aos proíbes de outras galáxias e, assim, atravessando a
barreira primeira da comunicação espacial.
Quem sabe distancias de pouco mais de mil e quinhentos
anos-luz de nós sejam, então, possíveis de serem percorridas por humanos e seus
robonautas.
Hoje, procuramos ver a cor verde-água-marinha do espaço
sideral como um estradeiro que faz planos, resultado das medições de alguma
razão da claridade de duzentas mil galáxias que preenchem de luz o céu como a
lua cheia. Pode ser isso uma forma de se encontrar um termo de referência para
a definição daquilo que é encontrado no ser humano e em seu tempo extragaláctico;
o Universo como o verde espectro eco cósmico.
Mas, a realidade do lápis no papel é tamanha em
variedades de cores que mesmo simplificando a visão da lua desde a nova até a cheia,
encontramos muitas nuances como quando a observamos no horizonte com seu halo
denominado de anel de Bishop. Pensamos em criar até novos cálculos para trazer
a super-lua para perto de nossa atmosfera. E sempre apontamos o lápis e
continuamos. Quem dirá do Universo que varia as imagens desde a colossal
cor-de-rosa, buracos negros, quasares, até o escuro profundo. Estas matérias produzem,
incorporadas, ao conceito de espaço cósmico, os seus elementos variados como
sistemas estelares e planetas que é difícil desenhar.
“Quantos cálculos são necessários para antever tal efeito?”
“Ou quantos rascunhos débeis no papel precisam ser
feitos?”
Entretanto, nosso cuidado em trazer esta filosofia é que
faz nascer a ciência, nos alertando com tamanha gama de informações o futuro, tal
qual a matéria com seu movimento de evolução. Tudo torna-se compensador. Mas,
não é muito seguro escrever sobre definições quando se depara com o espectro de
luz do Universo por padrões puramente humano, somente. Melhor ficar quieto
porquanto. Algo difícil de perceber com a lógica atual, ainda. Existem muitos
papéis em branco para o Universo.
Quando se trata de experiências com vegetais e animais, por
exemplo, as pesquisas revelam que cerca de mil bilhões de células operam em apenas
um pé de tomate e o sustentam para a Vida e que lá embaixo existe muito espaço
vazio.
“Imagine, assim, um ser humano!”
Difícil silenciar a filosofia.
Quem dirá um exoterra que pode caminhar por este
raciocínio.
Este “sustento” em tudo, funciona com a comunicação
celular que gera a energia formadora do ser vivo. Elas se comunicam, entre si, incrivelmente,
por meio das substâncias químicas específicas descarregadas eletronicamente a
partir de variações sutis de acidez da água em membranas celulares. E a quantia
destes criados “clusteres”, sítios ativos quase independentes, variam muito
dentro de um ser humano em uma progressão exponencial. Desta forma, tem-se que,
para cada cluster específico, num determinado espaço de tempo, sua energia pode
ativar centenas de milhares de moléculas e, consequentemente, a rede celular em
milhões de outros sítios ativos, que em conjunto ultrapassam a casa dos
trilhões, facilmente.
Uma forma de se pensar numa configuração ilustrativa,
seria o mesmo que comparar a hipótese levantada pelos cientistas a respeito de Nêmeses,
onde dentro da astronomia teórica, seria uma provável companheira do Sol, o que
o faz o sistema solar um sistema binário de estrelas. Nêmeses seria uma estrela
pequena escura, uma anã marrom, com uma órbita milhares de vezes mais distante
que a de Plutão. Sua órbita hipotética em determinado momento atravessa a nuvem
de Oort a cada vinte e seis milhões de anos arremessando bilhões de asteroides
e cometas para todos os lados, muitos dos quais acabam vindo para o sistema
solar e poderiam ter, por destino, atingido a Terra do passado, sendo o causador
provável das grandes extinções de vida no planeta como, por exemplo, a extinção
KT que ocorreu a 65 milhões de anos atrás.
Agora ela pode estar perto de nós mais uma vez e poderá
por fim ao planeta. Nada mais lógico que acharmos outro que possa nos salvar.
Ou que venham a nos salvar. Como os últimos dias da Bíblia.
Muita coisa para se pensar.
Muitas conjecturas na atualidade a se formar.
“Mas, que prova concreta poderá advir do pensamento
humano que possa apoiar a notável teoria de haver vida fora da Terra?”
“Ou do fim do mundo?”
“Nenhuma!”
Portanto, este complexo Universo no humano faz com que,
para elucidar o pensamento, a Internet, com seus mais de um bilhão de
internautas seja apenas um mero quadro em branco e preto, mal pintado da
criação de uma esperança.
Uma espécie de porteira da ciência para explicar tal
possibilidade seria a entrada da formação da Terra comprovada por provas de reações
químicas remanescentes ocorridas nos primeiros bilhões de anos. Isto seria irrefutável.
Entretanto, tal complexidade crescente para a formação das reações da rede
bioquímica poderia dar informações sobre sistemas inteligentes diversos que
direcionam e detectam comandos, com seus sensores latentes energéticos à procura
de desenvolvimento de, talvez, até: “Outro tipo de Vida!”
Parece que isso é impossível de acontecer.
As indicações remotas de vida sugerem que os cientistas
poderão recriar em laboratório as experiências de uma atmosfera primitiva já
que os fósseis nas rochas antigas nada conseguem contar, mas que dificilmente
poderiam recriar a vida a partir dela. Pode ser que no gelo dos polos sejam
encontrados tais vestígios e que daí se possa extrapolar para gelo exoterra.
“Será que haverá um projeto futuro que queira desvendar
os passos das moléculas a se transformarem em compostos bioinorgânicos?”
“Quem sabe, até, sistemas, defesas, na forma molecular
que poderão sufocar toda a humanidade ao invés de salvá-la, tornando os novos seres
a se comportarem como caçadores contra nós?”
“Significará, em futuro próximo, que a humanidade
caminharia para tal conflito final?”
“Será que os dogmas humanos poderão se sobrepor ao
arcaico conhecimento do humanoide, e auferir que o aparecimento de vida na
terra seja um milagre?”
“Que inconsciente pode ambicionar um contato
extraterrestre vindo de um portal com o Universo, tal qual videncia um Xamã?”
Isaac Asimov no livro “Os Robôs do Amanhecer” escreveu
dos robôs que: “Há leis que governam o comportamento humano, como há três leis
que regem o robótico; e com elas pode ser que o futuro seja orientado, depois
de um tempo...Um dia.”
Ray Bradbury, em seu famoso livro “E de Espaço”, no
capítulo intitulado “Eles Eram Morenos, e de Olhos Dourados”, escreve: “Há muito
que fazer. Trabalho; muito trabalho. E os velhos registros foram perdidos.
Temos um serviço de mapeamento, dar um nome às montanhas e rios, e coisas assim.
Vai exigir alguma imaginação”.
“Então, você vê o futuro se avizinhar em sua mente?”
“Ou apenas acha ser ficção?”
“Teremos tempo de enganar como um ato de fé qualquer fim
de mundo?”
Tenho certeza, caso emerja vida em outro planeta, que
geneticamente e espacialmente, estamos com um novo ovo de Colombo com equações
einstenianas e métodos Stock a ser desvendado ante nossos olhos com um conceito
e visão completamente diferentes.
Nosso Universo parece existir a mais de vinte bilhões de
anos e a Terra tem uma formação de tempo estimado em quatro bilhões. Assim
pensando, devemos considerar que outras possibilidades de desenvolvimento de
sistemas solares em outros lugares poderão ter sido formados dentro deste
Universo de estrelas e que estes podem dar planetas e que nestes, situados numa
zona ecológica dentro do espaço sideral possa se desenvolver propiciando a vida
e então, neste lugar, muito provavelmente a lei de Darwin entrará em ação e com
o vir e ir das eras glaciais e com o alternar entre o frio e o quente, com a
seca e a umidade, o mais apto sempre sobreviverá. E se o planeta formou-se não
em quatro, mas em seis bilhões de anos, pode ser que o ser tenha uma evolução
mais progressa que a humana. É certo pensar que o homem é o animal mais
inteligente da Terra, mas parece improvável que ele possa ocupar esta posição
no cenário universal. É um outro lado a se pensar.
Enquanto isso, nossos cientistas recriarão quimicamente
as propriedades das partículas que asseguram a transmissão dos caracteres
hereditários originando uma nova raça semelhante à humana. Isto me faz lembrar
o meu laboratório e do seu cheiro. E eles farão isto com o pretexto de
colonizar um recém-descoberto planeta em uma distante estrela. Enviarão estes
pares de seres, aliados a robonautas, para iniciar a planejada colonização e o
homem poderá se tornar a raiz a partir da qual seres poderão surgir mais desbravadores
e conquistadores para ultrapassa-lo, da mesma forma que os nossos ancestrais
foram ultrapassados pelos feitos do homem moderno. Tornando-se Deus.
Entretanto, tal criação precisará se adaptar com a nova genética
ao novo planeta descoberto, para, depois conquistar território, amparando seu
novo espécime. Assim, com o passar do tempo eles evoluirão criando uma nova raça
adaptada, como Darwin previu. E tudo começará, novamente e o homem será
homenageado onipotente.
“E o quê os humanos, em outra jornada pelas estrelas, irão
descobrir quando enviarem uma missão de robonautas e humanos ao planeta para
comprovar se a colonização deu certo?”
“Encontrarão, surpresos, um povo tão avançado quanto o da
Terra!”
Nem podem sequer supor que houve uma adaptação entre a
genética deixada no planeta e a nativa. Um cruzamento que originou uma raça superior à
humana.
E, então, os visitantes recém-chegados no planeta,
resolverão, desta forma surpresos, ficar mais que o planejado e passarão a investigar
o lugar e os costumes com mais detalhes daquela criada raça. Desde a
implantação dos pares genéticos até o distante planeta o tempo poderá ser da
ordem de milhões de anos. Por certo, depois de tanto tempo, em rabiscos, encontrarão
uma civilização extremamente evoluída disseminada no planeta com uma tecnologia
jamais imaginada pela lógica humana.
História contada e escrita em papel de que no passado,
foram apresentados como Deuses.
Assim serão tratados até o fim de suas vidas.
De posse desta vantagem os humanos visitantes irão se
apossar de conhecimentos importantes que podem dar poderes colossais na Terra.
Agora eles estão aqui para evitar isso, porque confiamos
na leitura dos rabiscos da história de nossa vida.

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