INTRODUÇÃO ao e-Livro ALCANTIS criado em 2012..

Imagem em 3D cedida por um amigo da China para ser usado no e-livro ALCANTIS.

Era uma vez, quando o tempo não existia, e então, veio o primeiro pensamento.
A era da humanidade passou desde então e ainda não se deu conta da quantidade de esplendores tecnológicos que forjou no salto desenvolvimentista até o início de nosso século e de seus vastos estudos bioquímicos atuais processados no próprio âmago do planeta.
As informações científicas são muitas e revelam excepcionais experiências para uma nova evolução da espécie humana em outro lugar do espaço.
Parece muito natural o ingresso da humanidade neste hall espacial, já que ela mesma chegou a comentar sobre a simulação do computador chamado “Blender” e do “Spitzer”, o telescópio de infravermelhos da NASA, que validaram a descoberta dos planetas Kepler 10-b, 10-c, 22-b e que os estudiosos possuem 99,998% de certeza de que o sinal de um objeto oculto, que Kepler detectou na luz visível, é certo.
Um novo avanço cósmico dado pela humanidade graças a várias disciplinas das quais uma delas poderia se destacar como fato que colaborou com estas descobertas e que se iniciou em 1913 com Vesta Melvin Slipher. Este astrônomo encontrou em seus estudos que a maioria das galáxias se movem a velocidades muito altas, alcançando milhões de quilômetros horários e, ele então, deparou-se com uma questão intrigante; a de que todas elas se afastavam da Terra. Somente uma década depois destes estudos de Slipher é que Edwim Hubble, outro renomado cátedra, veio a confirmar este afastamento com um telescópio mais potente em novos estudos, ratificando os pensamentos ficcionistas de Slipher.
Então, posso perguntar, colocando uma sombra de dúvida nestes achados, como alguém que conhece parte da vastidão do Universo, por mero acaso, poder questionar a possibilidade de haver vida ou não em outro planeta?
A especificidade humanoide da raça, ou mesmo, a sutileza natural da evolução de qualquer espécie de vida está intimamente ligada na agitação constante do dia-a-dia do Universo, onde o tempo cria e consome quase toda a energia exóspora. E, sendo assim, conhecemos o que aconteceu com a Terra em sua evolução.
Conseguimos esclarecer que a lei de Darwin começou a se confirmar com o ir e vir das idades glaciais, onde o alterar do tempo fez emergir a vida no planeta sobrevivendo o mais capaz.
Primeiro apareceram os invertebrados, depois os peixes, os anfíbios, os répteis, os pássaros e, por fim, talvez, os mamíferos.
A aparência de um panorama de outro planeta poderá ser diferente à lógica humana onde variações vitais do corpo não ficarão apenas na mera calmaria espiritual dos novos tempos ou de nossos experientes estudos catedráticos. Eles podem mudar no futuro.
E se assim pensamos, podemos supor que se uma galáxia se afasta de outra, deve existir entre elas uma fronteira neutra, como duas bolhas de sabão unidas entre si. Um lugar onde a velocidade não existe. Um lugar neutro, uma fenda que pode abrir o caminho para sair de uma velocidade e entrar noutra. Se a humanidade descobrir este lugar as viagens interplanetárias poderão acontecer e poderemos avançar ou regredir no tempo-velocidade.
“Ainda não percebeu nada?”
“É cento e sessenta milhões de quilômetros horários o deslocamento das galáxias!”
“Um incessante matar?”
Mas, você, cedo ou tarde, irá intuir.
Vai cair.
Perceber o que se passa no planeta Terra como sendo a mesma coisa, mas em uma escala menor.
A linha graduada da nanometria.
Vai caçar.
Isto é um fato puramente inercial que vem depois do começo.
Se é que existe um princípio.
Algo exoterra que nasceu a vinte bilhões de anos.
Perceba que os pensamentos estão contornando alguma coisa em uma espécie única de harmonia sintética organizada em unidades ao redor do planeta Terra, usando uma energia indecifrável pela física contemporânea, que ninguém conhece ainda. Mesmo que esta venha, artificialmente, tentar acompanhar em suas coincidências dos dias da vida como o tinham os incas, não pode ser explicado pelos componentes atuais psicológicos ou psíquicos de nossa raça atual.
Assim, este fato de haver ou não vida, nos remete a apenas poucas prováveis perguntas que podem ser comuns de poderem ser formuladas por pouquíssimos grupos de cientistas extremamente isolados e que podem perambular a sua imaginação em querer as respostas. Sem que a mente não tenha sido corroída sobre a entusiasma do flúor ou de outro poderoso agente oxidante que doma a maioria da população. Ou mesmo o fim do mundo apregoado por Nostradamus.
A mais importante pergunta para mim, simples mortal comum da sociedade humana e quem sabe da minoria das mentes científicas não influenciáveis pelo poder, onde todos estão preocupados, tem a ver com o nosso Universo. E somente com ele. De sua especificidade particular. Do nosso interior, quem sabe, pode até ser. Depois, com relação às mais variadas formas de vida existentes, encontradas em nosso planeta.
Estas duas primeiras perguntas formuladas, se assim podem ser pensadas, nos remetem não algo corriqueiro, como o que se apresenta a você, propondo a pensar em sua vida, seu trabalho ou seu lazer ou mesmo no que tudo poderá mudar com a lógica do raciocínio. Mas, sim, em uma espécie de dádiva de conhecimento que vem, seguramente, dos extraterrestres. Algo muito além de nossos pensamentos e dos sonhos. Como um conto de fadas.
Essa dádiva não vem do Egito, da Índia, da Grécia ou do mais longínquo canto do oriente. Toda a nossa vã filosofia pensante atual tem origem de outro mundo. Tudo o que tange o saber em nosso passado veio de fora. Exoterra.
Só agora, no geral, é que iniciamos a querer perceber isso com nossas mais recentes descobertas científicas as quais nos mostram um caminho para o passado. Um encontro com quem nos ensinou a viver aqui na Terra.
Não se pode crer que todo o nosso intelecto não se desenvolveu sem a ajuda de algo maior, mais importante ou superior a nós, simples mortais, que sugestionou a mente e que agora eclode como uma nova espécie de salvação, além-planeta, nos pensamentos.
Mas, o tempo de duração da humanidade é ínfima comparada aos bilhões de anos que ainda faltam para que a evolução da inteligência do homem se concretize em algo avançado, muito embora ele tenha conquistas e promessas para um futuro promissor, ele sabe reconhecer as leituras sobre a história da vida. Onde a evolução de formas mais elevadas poderá lançar o Homo sapiens com sua sabedoria até as estrelas que nos acenam. Tal qual a Terra tentou aqueles peixes a deixarem a água e as relvas descampadas tentaram os macacos ancestrais a deixarem as florestas, para dar os primeiros passos.
E já que podemos, desta forma, pensar sobre um sorriso de lua mirando um sonho cheio de esperança, dentro das distancias largas, como o fez o primeiro homem que nela pisou. Nada melhor do que ver com curiosidade em nossos próprios olhos os primeiros vocábulos e frases criados pela inteligência humana que poderão recepcionar sociedades planetárias. Vocabulário com certo estágio o qual nos acabe levando a cruzar a fronteira do Sistema Solar nos levando, certeiramente, aos proíbes de outras galáxias e, assim, atravessando a barreira primeira da comunicação espacial.
Quem sabe distancias de pouco mais de mil e quinhentos anos-luz de nós sejam, então, possíveis de serem percorridas por humanos e seus robonautas.
Hoje, procuramos ver a cor verde-água-marinha do espaço sideral como um estradeiro que faz planos, resultado das medições de alguma razão da claridade de duzentas mil galáxias que preenchem de luz o céu como a lua cheia. Pode ser isso uma forma de se encontrar um termo de referência para a definição daquilo que é encontrado no ser humano e em seu tempo extragaláctico; o Universo como o verde espectro eco cósmico.
Mas, a realidade do lápis no papel é tamanha em variedades de cores que mesmo simplificando a visão da lua desde a nova até a cheia, encontramos muitas nuances como quando a observamos no horizonte com seu halo denominado de anel de Bishop. Pensamos em criar até novos cálculos para trazer a super-lua para perto de nossa atmosfera. E sempre apontamos o lápis e continuamos. Quem dirá do Universo que varia as imagens desde a colossal cor-de-rosa, buracos negros, quasares, até o escuro profundo. Estas matérias produzem, incorporadas, ao conceito de espaço cósmico, os seus elementos variados como sistemas estelares e planetas que é difícil desenhar.
“Quantos cálculos são necessários para antever tal efeito?”
“Ou quantos rascunhos débeis no papel precisam ser feitos?”
Entretanto, nosso cuidado em trazer esta filosofia é que faz nascer a ciência, nos alertando com tamanha gama de informações o futuro, tal qual a matéria com seu movimento de evolução. Tudo torna-se compensador. Mas, não é muito seguro escrever sobre definições quando se depara com o espectro de luz do Universo por padrões puramente humano, somente. Melhor ficar quieto porquanto. Algo difícil de perceber com a lógica atual, ainda. Existem muitos papéis em branco para o Universo.
Quando se trata de experiências com vegetais e animais, por exemplo, as pesquisas revelam que cerca de mil bilhões de células operam em apenas um pé de tomate e o sustentam para a Vida e que lá embaixo existe muito espaço vazio.
“Imagine, assim, um ser humano!”
Difícil silenciar a filosofia.
Quem dirá um exoterra que pode caminhar por este raciocínio.
Este “sustento” em tudo, funciona com a comunicação celular que gera a energia formadora do ser vivo. Elas se comunicam, entre si, incrivelmente, por meio das substâncias químicas específicas descarregadas eletronicamente a partir de variações sutis de acidez da água em membranas celulares. E a quantia destes criados “clusteres”, sítios ativos quase independentes, variam muito dentro de um ser humano em uma progressão exponencial. Desta forma, tem-se que, para cada cluster específico, num determinado espaço de tempo, sua energia pode ativar centenas de milhares de moléculas e, consequentemente, a rede celular em milhões de outros sítios ativos, que em conjunto ultrapassam a casa dos trilhões, facilmente.
Uma forma de se pensar numa configuração ilustrativa, seria o mesmo que comparar a hipótese levantada pelos cientistas a respeito de Nêmeses, onde dentro da astronomia teórica, seria uma provável companheira do Sol, o que o faz o sistema solar um sistema binário de estrelas. Nêmeses seria uma estrela pequena escura, uma anã marrom, com uma órbita milhares de vezes mais distante que a de Plutão. Sua órbita hipotética em determinado momento atravessa a nuvem de Oort a cada vinte e seis milhões de anos arremessando bilhões de asteroides e cometas para todos os lados, muitos dos quais acabam vindo para o sistema solar e poderiam ter, por destino, atingido a Terra do passado, sendo o causador provável das grandes extinções de vida no planeta como, por exemplo, a extinção KT que ocorreu a 65 milhões de anos atrás.
Agora ela pode estar perto de nós mais uma vez e poderá por fim ao planeta. Nada mais lógico que acharmos outro que possa nos salvar. Ou que venham a nos salvar. Como os últimos dias da Bíblia.
Muita coisa para se pensar.
Muitas conjecturas na atualidade a se formar.
“Mas, que prova concreta poderá advir do pensamento humano que possa apoiar a notável teoria de haver vida fora da Terra?”
“Ou do fim do mundo?”
“Nenhuma!”
Portanto, este complexo Universo no humano faz com que, para elucidar o pensamento, a Internet, com seus mais de um bilhão de internautas seja apenas um mero quadro em branco e preto, mal pintado da criação de uma esperança.
Uma espécie de porteira da ciência para explicar tal possibilidade seria a entrada da formação da Terra comprovada por provas de reações químicas remanescentes ocorridas nos primeiros bilhões de anos. Isto seria irrefutável. Entretanto, tal complexidade crescente para a formação das reações da rede bioquímica poderia dar informações sobre sistemas inteligentes diversos que direcionam e detectam comandos, com seus sensores latentes energéticos à procura de desenvolvimento de, talvez, até: “Outro tipo de Vida!”
Parece que isso é impossível de acontecer.
As indicações remotas de vida sugerem que os cientistas poderão recriar em laboratório as experiências de uma atmosfera primitiva já que os fósseis nas rochas antigas nada conseguem contar, mas que dificilmente poderiam recriar a vida a partir dela. Pode ser que no gelo dos polos sejam encontrados tais vestígios e que daí se possa extrapolar para gelo exoterra.
“Será que haverá um projeto futuro que queira desvendar os passos das moléculas a se transformarem em compostos bioinorgânicos?”
“Quem sabe, até, sistemas, defesas, na forma molecular que poderão sufocar toda a humanidade ao invés de salvá-la, tornando os novos seres a se comportarem como caçadores contra nós?”
“Significará, em futuro próximo, que a humanidade caminharia para tal conflito final?”
“Será que os dogmas humanos poderão se sobrepor ao arcaico conhecimento do humanoide, e auferir que o aparecimento de vida na terra seja um milagre?”
“Que inconsciente pode ambicionar um contato extraterrestre vindo de um portal com o Universo, tal qual videncia um Xamã?”
Isaac Asimov no livro “Os Robôs do Amanhecer” escreveu dos robôs que: “Há leis que governam o comportamento humano, como há três leis que regem o robótico; e com elas pode ser que o futuro seja orientado, depois de um tempo...Um dia.”
Ray Bradbury, em seu famoso livro “E de Espaço”, no capítulo intitulado “Eles Eram Morenos, e de Olhos Dourados”, escreve: “Há muito que fazer. Trabalho; muito trabalho. E os velhos registros foram perdidos. Temos um serviço de mapeamento, dar um nome às montanhas e rios, e coisas assim. Vai exigir alguma imaginação”.
“Então, você vê o futuro se avizinhar em sua mente?”
“Ou apenas acha ser ficção?”
“Teremos tempo de enganar como um ato de fé qualquer fim de mundo?”
Tenho certeza, caso emerja vida em outro planeta, que geneticamente e espacialmente, estamos com um novo ovo de Colombo com equações einstenianas e métodos Stock a ser desvendado ante nossos olhos com um conceito e visão completamente diferentes.
Nosso Universo parece existir a mais de vinte bilhões de anos e a Terra tem uma formação de tempo estimado em quatro bilhões. Assim pensando, devemos considerar que outras possibilidades de desenvolvimento de sistemas solares em outros lugares poderão ter sido formados dentro deste Universo de estrelas e que estes podem dar planetas e que nestes, situados numa zona ecológica dentro do espaço sideral possa se desenvolver propiciando a vida e então, neste lugar, muito provavelmente a lei de Darwin entrará em ação e com o vir e ir das eras glaciais e com o alternar entre o frio e o quente, com a seca e a umidade, o mais apto sempre sobreviverá. E se o planeta formou-se não em quatro, mas em seis bilhões de anos, pode ser que o ser tenha uma evolução mais progressa que a humana. É certo pensar que o homem é o animal mais inteligente da Terra, mas parece improvável que ele possa ocupar esta posição no cenário universal. É um outro lado a se pensar.
Enquanto isso, nossos cientistas recriarão quimicamente as propriedades das partículas que asseguram a transmissão dos caracteres hereditários originando uma nova raça semelhante à humana. Isto me faz lembrar o meu laboratório e do seu cheiro. E eles farão isto com o pretexto de colonizar um recém-descoberto planeta em uma distante estrela. Enviarão estes pares de seres, aliados a robonautas, para iniciar a planejada colonização e o homem poderá se tornar a raiz a partir da qual seres poderão surgir mais desbravadores e conquistadores para ultrapassa-lo, da mesma forma que os nossos ancestrais foram ultrapassados pelos feitos do homem moderno. Tornando-se Deus.
Entretanto, tal criação precisará se adaptar com a nova genética ao novo planeta descoberto, para, depois conquistar território, amparando seu novo espécime. Assim, com o passar do tempo eles evoluirão criando uma nova raça adaptada, como Darwin previu. E tudo começará, novamente e o homem será homenageado onipotente.
“E o quê os humanos, em outra jornada pelas estrelas, irão descobrir quando enviarem uma missão de robonautas e humanos ao planeta para comprovar se a colonização deu certo?”
“Encontrarão, surpresos, um povo tão avançado quanto o da Terra!”
Nem podem sequer supor que houve uma adaptação entre a genética deixada no planeta e a nativa.  Um cruzamento que originou uma raça superior à humana.
E, então, os visitantes recém-chegados no planeta, resolverão, desta forma surpresos, ficar mais que o planejado e passarão a investigar o lugar e os costumes com mais detalhes daquela criada raça. Desde a implantação dos pares genéticos até o distante planeta o tempo poderá ser da ordem de milhões de anos. Por certo, depois de tanto tempo, em rabiscos, encontrarão uma civilização extremamente evoluída disseminada no planeta com uma tecnologia jamais imaginada pela lógica humana.
História contada e escrita em papel de que no passado, foram apresentados como Deuses.
Assim serão tratados até o fim de suas vidas.
De posse desta vantagem os humanos visitantes irão se apossar de conhecimentos importantes que podem dar poderes colossais na Terra.
Agora eles estão aqui para evitar isso, porque confiamos na leitura dos rabiscos da história de nossa vida.

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